Setembro 14 2009

Tudo parece quase nada quando estou ao teu lado, 

O Muito reduz-se a pouco quando me tocas e me amas. 

Contigo ultrapasso facilmente, o que parece impossível... 

É isto o amor? 

No teu beijo encontro doçura que me acalma, 

No teu olhar a ternura que me protege 

Na tua alma toda a minha felicidade. 

Toda a minha dor se desfaz nas tuas palavras, 

Toda a minha angústia se perde no teu abraço 

Todas as minhas lágrimas secam com a tua paixão... 

Nada define o amor, 

A sua intensidade

A sua veracidade 

Nada explica o amor, 

A sua magia 

A sua beleza. 

Mas não precisam de me explicar 

Basta olhar nos teus olhos 

E eu sei o que é amar...

 

 

publicado por Angelique Barros às 20:58

Setembro 14 2009

Ver este video faz-me pensar...o que faria eu? Sinceramente...não sei, tenho um nó na garganta só de ver...é muito profundo mas vale a pena.

 

 

 

E tu o que farias?

publicado por Angelique Barros às 20:49

Setembro 05 2009

Onde estás meu Deus?

 

De tudo se é capaz por um filho!

 

Esta noticia saiu no Correio da Manhã ...

Morre a tentar salvar filho

O meu filho está morto. Vou morrer aqui também." Estas foram as últimas palavras do pai que queria salvar o filho de um poço, onde parecia estar inanimado há cerca de dez minutos. A tragédia aconteceu na localidade de Sanfins, em Paços de Ferreira. Américo Ferreira Nunes, 57 anos, morreu poucos minutos depois do filho Paulo, de 34 anos. As causas das duas morte ainda estão por apurar e só a autópsia poderá explicar a tragédia. Para já tudo aponta para a possibilidade de asfixia.

www.correiomanha.pt/noticia.aspx

publicado por Angelique Barros às 01:29

Setembro 05 2009

Silêncio!

Ouves as palavras murmuradas no silêncio da tua ausência?

Ouves a dor que grita incansavelmente no meu peito?

Apaga a luz, não aguento mais. Apaga o silêncio…

Silêncio!

Cala as vozes que me torturam na escuridão,

Cala a sombra que me segue…

Ouves os meus passos no chão?

Ouves como eles correm, ouves como eles fogem?

Apaga a cor, não posso mais. Apaga a cor do que resta da tua imagem.

Silêncio!

Tento sentir-te, fecho os olhos,

Sei que aqui estás, sinto…

Abraça-me, abraça-me e ouve no meu peito

Houve a saudade que grita, que chama o teu nome.

Silêncio!

Não posso mais…

Silêncio!

 

 

publicado por Angelique Barros às 01:23
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